Caixa de texto:

DISCOGRAFIA…………………………………………………………………………………………………...

Anabela Duarte, tornou-se conhecida do grande público como a voz exuberante dos Mler Ife Dada mas, tem vindo a desenvolver, ao longo de praticamente duas décadas, uma notável carreira que cumpre vocações bem mais alargadas. Compositora, intérprete, performer, produtora, Anabela Duarte tem sabido retirar óbvias vantagens do facto de possuir no seu curriculum estudos de música, piano, canto, drama e dança. Impossível de catalogar, o seu percurso passa pela exploração dos mais diversos territórios musicais, da pop ao fado em versão eléctrica, do canto lírico à encenação acústica de poesia, em que Anabela alia indiscutível talento às suas impressionantes qualidades vocais e performativas. A permanente capacidade de inovação é uma marca presente em todas as suas criações. Anabela aceita os mais estimulantes desafios, correndo riscos, experimentando novas sonoridades e encenações. Com efeitos de encantamento e surpresa que, para além de tudo, fazem com que esta cantora-autora se assuma como um caso muito sério de comunicação com o público.

1998.O Horizonte Basta/Of Horizon Enough. Poesia de Paulo da Costa Domingos e Hélder Moura Pereira. Anabela em diseuse e processamento electrónico de voz e texto.

Gravação ao vivo em Vila Franca de Xira, 1991.

 

"O Horizonte Basta" é cru, áspero, provoca reacções alérgicas e trás à memória o vazio cinzento das coisas em ruínas.” Raquel Pinheiro—Mondo Bizarre

 

 

 

 

2001. Objogo. Temas originais sobre textos de Francis Ponge, Luís Buñuel e Pier Paolo Pasolini.

Gravação: Alexandre Soares. Stick-bass: Adriano Sérgio. Percussões e sinth: J.P. Coimbra. Produção da  Cinemateca de Faro. Gravação ao vivo no Auditório da Universidade de Faro.

2005. Blank Melodies. Anabela Duarte Digital Quartet. Edição Zounds. Distribuição Sabotage.

"Afinal de contas, da electrónica à literatura, do "noise" digital à música pop ou do minimalismo até ao assombro emocional, vai só um pequeno passo. É esse pequeno passo que Anabela Duarte sabe dar.”

Miguel Francisco Cadete, Publico Y

 

Listen mp3

1999. Delito. Edição Ananana. Um best of…alternativo. Registo efectuado a partir de gravações no Instituto Franco-Portugais de Lisboa, em 1991.


ANABELA DUARTE a commencé sa carrière comme chanteuse pop. Depuis quelques années elle travaille sur un concept musical original, la fusion du fado et de l'électronique. "Delito" n'est pas un document populaire au sens habituel du terme, mais le renouvellement de la musique populaire par une vision des plus modernes.” Orkhestra International

2006. Machine Lyrique. Canções de Kurt Weill e Boris Vian.

 

1991. Subtilmente. Edição de autor. Apoio Instituto da Juventude. Produção de Anabela Duarte.

1988. Lishbunah. Disco dedicado ao universo do fado. Lishbunah é o antigo nome árabe de Lisboa e salienta a importância da cultura árabe (a par da africana, ou medieval, por exemplo) como uma das principais influências no desenvolvimento e estilização do fado.


"Lishbunah", editado originalmente em 1988, marca a incursão de Anabela Duarte num território que sempre a fascinou - o Fado. Acompanhada por Martinho  D'Assunção na viola e Manuel Mendes na guitarra, Anabela Duarte canta textos de José Régio, Camilo Pessanha, La Fontaine, Linhares Barbosa e Alfredo Guisado. Antecessora das chamadas "novas vozes" Anabela Duarte faz história com este disco ao mostrar os novos caminhos do Fado.” (Universal)

2008. La Luna. Canções de Bellini, Donizetti e Rossini.

 



Anabela%20Duarte
Quantcast